Notícias

Vagas e matrículas não significam profissionais formados

10/03/2013 - 14:36

Foto:

Atentos à demanda do mercado por engenheiros qualificados, os estudantes apostam cada vez mais nesta graduação. Entretanto sair do curso com o diploma nas mãos não é uma tarefa fácil e a desistência continua gerando disparidade entre a oferta e a procura por profissionais.

O déficit atual está em 800 mil engenheiros, segundo o Instituto de Engenharia do Brasil. Mas, criar novas escolas não parece ser a melhor saída. Há vagas nas universidades e há ingressantes, o problema é que as matrículas não significam gente formada. A evasão dos cursos supera os 50% e a balança permanece em desequilíbrio.

Em 2007, quase 114 mil estudantes ingressaram na faculdade de engenharia. Cinco anos depois, o número de formados ficou em 45 mil. O motivo do abandono pode estar na dificuldade com as matérias de exatas.

Muitos universitários não conseguem acompanhar o ritmo, seja por uma dificuldade e falta de incentivo trazido do ensino médio.

O governo também afirma estar emprenhado em aprimorar as disciplinas durante o colégio, através do incentivo à participação na "olimpíada de matemática", por exemplo, que terá sua nona edição este ano.

Para quem tem interesse na área, não faltam motivos para investir nos estudos. O salário inicial de um engenheiro júnior, recém-formado, já está em torno de R$ 5.000,00, fora os benefícios, e não faltarão vagas no mercado. Fique ligado!

Assessoria de Comunicação Unilago

conteudo auxiliar